No regime de monta natural, um touro pode servir até 100 vacas por ano. A industrialização do sêmen de igual número de montas, entretanto, pode produzir cerca de 30.000 doses de sêmen/ano. A multiplicação do material reprodutivo e a facilidade de transporte viabilizam o uso de touros geneticamente superiores a baixo custo. Essa é uma forma de acelerar o melhoramento genético e aumentar a eficiência produtiva.
O sêmen bovino dos reprodutores de alto mérito genético é processado nas centrais de sêmen, onde os animais passam por um rigoroso controle sanitário e nutricional. É preciso adotar uma política de melhoria constante e consistente do rebanho, à medida que o manejo também é apurado. De nada adiantará gerar bezerras de alto padrão, se as condições de manejo não evoluírem proporcionalmente, não permitindo que esses animais expressem seu potencial produtivo.
Depois que se adota a inseminação, a detecção do cio tem que ser feita de forma alternativa, surgindo a necessidade de técnicas para reconhecimento do cio entre as vacas. Segundo o professor Dr. Luis Fonseca Matos, no curso Inseminação Artificial em Bovinos – Convencional e em Tempo Fixo, elaborado pelo CPT – Centro de Produções Técnicas, “um recurso muito utilizado é o rufião, um macho inteiro, que monta mas não consegue fazer a penetração, porque tem o pênis bloqueado dentro do prepúcio ou desviado lateralmente”.
Outra possibilidade é o uso de fêmeas que repetem cio ou mesmo androgenizadas, ou seja, tratadas com hormônios masculinos. “A forma mais simples, porém, é a observação da monta entre fêmeas. Quando entram no cio, elas ficam agitadas e nervosas, e tentam montar em fêmeas que estão na mesma situação. Se estiver em cio, a vaca aceita a monta”, afirma o professor.
O intervalo médio de repetição de cio é de 21 dias, podendo variar de 17 a 24 dias. A duração é de 10 a 18 horas. A correta observação durante esse período é fundamental para o sucesso da inseminação.
domingo, 31 de outubro de 2010
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Leite um alimento importante..
Por Rosangela ZoccalDados do Ministério da Saúde demonstram que o brasileiro deveria consumir, em média, 219 litros de leite por ano, seja na forma fluida ou na de produtos lácteos. No entanto, o consumo médio no País, cerca de 140 litros por habitante/ano, está muito aquém do recomendado. O leite é uma das principais fontes de proteína na alimentação humana. A necessidade do produto varia conforme a faixa etária da pessoa (veja tabela abaixo). Uma vida saudável depende deste alimento que, pela potencialidade da pecuária de leite nacional, pode se tornar acessível à totalidade da população.O Brasil é o sexto maior produtor de leite do mundo (27 bilhões de litros em 2008), ocupando posição de destaque no cenário mundial.Além do mais, a pesquisa agropecuária desenvolveu, nos últimos anos, tecnologias capazes de quadruplicar a produção nacional. Com algum esforço, poderíamos atingir a marca de 80 bilhões de litros/ano, o que, da condição de importador, nos transformaria em grande exportador.Mas manter a estabilidade dos preços pagos aos produtores, num processo de expansão da produção, exige que o mercado interno também seja ampliado. Do contrário, o resultado pode ser a queda dos preços pagos ao produtor, como já aconteceu em anos anteriores.A demanda por produtos alimentícios pode ser influenciada por diversos fatores. Entre eles está o crescimento da renda, o aumento da população, a redução de preços e as mudanças nos hábitos alimentares. No caso do Brasil, a inclusão de uma camada da população no mercado consumidor de lácteos já poderá significar uma grande revolução no setor. O País possui uma população carente que pouco ou nada consome. Se tomarmos por base apenas o consumo mínimo recomendado (200 litros/ano), teríamos que incrementar nossa produção anual em 10 bilhões de litros.Para atender ao mercado interno potencial, composto de 175 milhões de pessoas, um consumo per capita de 600 ml/dia demandaria uma produção anual de 38,3 bilhões de litros de leite. E mesmo assim estaríamos explorando apenas dois terços da nossa capacidade produtiva, restando ainda um amplo mercado externo a conquistar.O primeiro passo para tornarmos exportadores de lácteos já foi dado, recentemente, com a assinatura da Instrução Normativa 51, pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. As novas normas estabelecem critérios para a produção com qualidade. O Brasil já produz o leite mais barato do mundo (cerca de 10 centavos de dólar/litro). O incremento na qualidade que a Instrução Normativa pretende trazer tornará o nosso produto um dos mais competitivos no mercado internacional.O Ministério da Saúde recomenda que o consumo mínimo de leite seja de:Volume mínimo Faixa etária400 ml/dia (146l/ano) Crianças de até 10 anos700 ml/dia (256l/ano) Jovens de 11 a 19 anos600 ml/dia (219l/ano) Adultos acima de 20 anos (inclusive idosos)
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Bons negócios para 2010
Segundo uma pesquisa realizada , os negócios agropecuários estarão em alta em 2010 . Muitos laticínios investindo alto , melhores preços de negociação , elementos favoráveis para grandes lucros. Aproveitem
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Cama de frango ou peru Proibido mesmo..
Por diversas vezes foi anunciado a proibição do uso de cama de frango ou peru na alimentação de ruminantes como vaca boi e caprinos. A atitude do governo foi no primeiro momento foi de concentização quanto aos perigos do uso desses produtos . Agora atitudes mais severas serão tomadas. Interdição das fazendas para a produção de leite e até mesmo sacrifícios dos animais sem idenização para o produtor..
Fiquem atentos
Claudio
Fiquem atentos
Claudio
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Concentrado mais uréia.
A uréia quando usada em concentrado tem por objetivo substituir parte dada fonte protéica que entra na composição do concentrado, barateando os custos.Esta é, talvez, a grande vantagem da uréia, ela reduz os custos e mantém o nívelProtéico do concentrado.A uréia pode entrar na composição do concentrado até 2%, tome o cuidado de fazer uma mistura bem uniforme.
Uréia, vantagens de seu uso
É um produto de alto valor protéico usado na alimentação de bovinos .A uréia se apresenta em forma de pequenas bolinhas de cor branca, é higroscópicoe solúvel em água, álcool e benzina. A uréia pecuária é obtida a partir da síntese da amônia com o gás carbono.O uso da uréia pecuária na alimentação dos ruminantes já é bastante conhecidoe pode ser misturada com concentrados, silagem, melaço, sal e volumosos. As vantagens do uso da uréia na alimentação dos ruminantes são as seguintes:Aumento a produção de leite e de carne; Reduz o custo da ração.As desvantagens do uso da uréia:A uréia pode ser tóxica; Há necessidade de preparar os animais para consumir uréia. Caso os animais fiquem 2 dias ou mais sem ter acesso a qualquer das misturas com uréia, faz-se necessário uma readaptação.
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Suplementação importância para seu rebanho.
3. Eficiência de uso de rações concentradas
No Brasil, não tem sido feito cálculo da eficiência de uso de suplementos concentrados para gado de corte e gado de leite, que poderia explicar a baixa adoção de ração concentrada bem como os desempenhos produtivos do rebanho brasileiro, como apresentado acima. Várias estratégias de suplementação pós-desmama a pasto nas condições do Brasil central já foram estudadas, mas pouco foi estudado sobre os níveis de oferta de concentrado, bem como o seu custo, o qual pode influenciar de maneira significativa nas tomadas de decisões pelo produtor rural e otimizar a eficiência econômica (THIAGO et al., 2002a, 2002b). Segundo MATOS (2003), "existe uma dificuldade tremenda em raciocinarmos quantitativamente. Deveríamos ter a curiosidade de perguntar em quanto o tratamento suplementado supera o não suplementado".
Segundo McCollum e Horn, 1990, citados por BODINE & PURVIS (2003), a conversão de suplemento por bovinos sob pastejo menor que 3 quilos por quilo de acréscimo no ganho de peso (3:1) indica sintoma de deficiência de nitrogênio e conversão igual ou acima de 8:1 é típica de suplementação energética e representa ineficiência na utilização de nutrientes suplementares (efeito associativo negativo).
Estudos da eficiência de uso de suplemento expressa em quilo de acréscimo no ganho de peso ou produção de leite por quilo de suplemento, ou vice-versa, comparado ao tratamento controle, conforme apresentado por LANA (2004), é uma boa ferramenta na decisão de quando e quanto de concentrado usar na suplementação de bovinos de corte e leite, a pasto ou em confinamento. Pode-se, ainda, obter um cálculo simples e direto do quanto se gasta por animal e por dia e qual é o retorno em termos de carcaça e leite comercializáveis, permitindo-se maximizar a resposta animal à suplementação e reduzir o desperdício de ração, cujos ingredientes podem ser melhores utilizados por outras espécies animais ou mesmo para o consumo humano.
Fonte. http://br.monografias.com/trabalhos901/racao-concentrada-bovinos/racao-concentrada-bovinos2.shtml
No Brasil, não tem sido feito cálculo da eficiência de uso de suplementos concentrados para gado de corte e gado de leite, que poderia explicar a baixa adoção de ração concentrada bem como os desempenhos produtivos do rebanho brasileiro, como apresentado acima. Várias estratégias de suplementação pós-desmama a pasto nas condições do Brasil central já foram estudadas, mas pouco foi estudado sobre os níveis de oferta de concentrado, bem como o seu custo, o qual pode influenciar de maneira significativa nas tomadas de decisões pelo produtor rural e otimizar a eficiência econômica (THIAGO et al., 2002a, 2002b). Segundo MATOS (2003), "existe uma dificuldade tremenda em raciocinarmos quantitativamente. Deveríamos ter a curiosidade de perguntar em quanto o tratamento suplementado supera o não suplementado".
Segundo McCollum e Horn, 1990, citados por BODINE & PURVIS (2003), a conversão de suplemento por bovinos sob pastejo menor que 3 quilos por quilo de acréscimo no ganho de peso (3:1) indica sintoma de deficiência de nitrogênio e conversão igual ou acima de 8:1 é típica de suplementação energética e representa ineficiência na utilização de nutrientes suplementares (efeito associativo negativo).
Estudos da eficiência de uso de suplemento expressa em quilo de acréscimo no ganho de peso ou produção de leite por quilo de suplemento, ou vice-versa, comparado ao tratamento controle, conforme apresentado por LANA (2004), é uma boa ferramenta na decisão de quando e quanto de concentrado usar na suplementação de bovinos de corte e leite, a pasto ou em confinamento. Pode-se, ainda, obter um cálculo simples e direto do quanto se gasta por animal e por dia e qual é o retorno em termos de carcaça e leite comercializáveis, permitindo-se maximizar a resposta animal à suplementação e reduzir o desperdício de ração, cujos ingredientes podem ser melhores utilizados por outras espécies animais ou mesmo para o consumo humano.
Fonte. http://br.monografias.com/trabalhos901/racao-concentrada-bovinos/racao-concentrada-bovinos2.shtml
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